Estudo cientifico acerca da eficácia das mascaras anti-covid.
Estudo científico sobre eficácia das máscaras no controlo da epidemia por Américo Varatojo, formado em faceboocologia pela universidade de kagapostasdepescada.
É óbvio que o uso da máscara é mais eficiente do que colocar a mão ou a parte interior do cotovelo quando se tosse, espirra ou até mesmo quando se fala, evitando a projecção de secreções ou saliva na direcção de outras pessoas e ou objectos.
O mesmo em relação às viseiras e separadores de vidro ou acrílico. Ainda sou do tempo dos higienafones nos guichets de atendimento ao público, do tempo de lavar as mãos com sabão azul e branco, de lavar bem alimentos comidos em cru e ferver água para consumo e do uso de lenços de tecido para a higiene nasal.
Assim, concordo com o uso de máscara de forma voluntária em espaços confinados onde não seja possível manter uma distância de segurança.
Acontece que os vírus, não se transmitem apenas por partículas projectadas em caso de tosse, espirro ou fala. Quando respiramos, expirado o ar que contém humidade, e o vírus está presente nessas partículas minúsculas de ar. Basta ver aquele "fumo" ou bafo quando respiramos num ambiente com temperatura muito baixa.
Ora, para filtrar essas partículas, são necessárias duas coisas:
1. Fazer passar todo o ar que respiras, nos dois sentidos por um filtro, neste caso a máscara.
2. Que esse filtro tenha uma fibra tão fina, que tenha capacidade de reter partículas tão finas como a humidade do ar que portam os vírus.
Acontece que com as máscaras, se esta não estiver bem ajustada à cara o ar não passa pelo tecido, uma vez que este é tão fino que cria resistência à passagem do ar. O que acontece é que o ar passa por fora. Já repararam que se usarem máscara com óculos estes embaciam. Porquê? Porque o ar não passou pela máscara mas pelo espaço entre esta e a pele da cara.
Assim, a máscara evita a projecção a uma certa distância, mas não evita que os vírus saiam para o meio ambiente, onde serão respirados inevitavelmente por outras pessoas no mesmo espaço, haja ou não vidros ou acrílicos, e em ambientes com ar condicionado, pior um pouco. Assim, os locais menos susceptíveis de contaminação são a rua, onde o vírus se dispersa mais, com menos probabilidade de infectar outra pessoa antes de ser destruído pela temperatura ambiente, visto que ao contrário das bactérias, os vírus têm muito pouca capacidade de sobrevivência fora do hospedeiro.
Ao confinar as pessoas em locais fechados estão a criar condições mais favoráveis ao contagio, para além de enfraquecer o seu sistema imunitário.
Assim, não usando uma máscara com capacidade de filtrar micro partículas e que impeça a passagem de ar fora do tecido, o uso de máscara apenas evita a projecção de perdigotos a curta distância, pelo que se conclui que são tão eficazes como um lenço de pano, uma máscara de carnaval, um cachecol ou qualquer outra merda que uses à frente da boca e do nariz.
A forma como se dispersam os vírus no sistema respiratório permite-nos fazer alguma coisa para evitar a propagação, mas na realidade a única forma de a evitar a 100% é deixando de respirar.
Assim, tudo o que nos dizem para fazer vale zero. Não, a pandemia não é o vírus
. A pandemia é o poder coercivo do estado sobre o indivíduo. O vírus é a desculpa que vos condiciona pelo vírus.
. A pandemia é o poder coercivo do estado sobre o indivíduo. O vírus é a desculpa que vos condiciona pelo vírus.
P. S. Colocar e usar duas máscaras em cima uma da outra, aumenta ainda mais a resistência à passagem do ar, pelo que reduz a sua eficácia.
Sim, é estupidez ao quadrado.
Américo Varatojo PHD em senso comum pela universidade da vida.
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